A procura por babás tem aumentado muito nos últimos
tempos.
As mulheres, despontando no mercado enquanto empresárias,
ativas profissionalmente, necessitam de uma profissional
que possa ser seu “braço direito”, garantindo
a boa educação e cuidados essenciais
de seus filhos.
Esta questão, ir em busca da realização
profissional e ser uma boa mãe, muitas vezes
gera conflito para muitas mulheres.
Muitas mães sofrem por se ausentarem, isso
gera culpa e ciúmes, podendo culminar no medo
que a criança se apegue muito à babá.
As fantasias de incompletude, de perder a parte mais
importante do desenvolvimento do filho, de não
partilhar e ser uma mãe desnaturada “assombram” os
pensamentos. A justificativa racional e lógica
vem amenizar este sofrimento, afinal, é preciso
trabalhar para garantir a sobrevivência, comprar
brinquedos, comprar alimento, etc.
Todos estes conflitos são naturais. O que é ruim é ficar “tomada” por
este conflito e agir de uma forma precipitada e ingênua
na contratação de uma babá.
A boa escolha, com critérios e bom acompanhamento é a
solução para eliminar em grande parte
estas preocupações.
O perfil da babá que essas mulheres empreendedoras necessitam é uma
babá EDUCADORA, recreadora, com atributos especiais, uma vez que a babá exerce
grande influência no trato com as crianças. Babás convivem
com as crianças todos os dias, por isso devem estar preparadas para
bem exercer tão importante função.
O papel desta profissional é zelar pela saúde
física e mental da criança, por isso
a babá deve aproximar mãe e filho,
ela não está ali para competir, mas
para aproximar pois a criança pra ser feliz
precisa da mãe, por exemplo, dizer pra criança: “agora
você vai ficar bonitinha pra esperar a mamãe”, “tá na
hora da mamãe chegar, vamos recebê-la”,
etc.
Ângela Clara Corrêa
Psicóloga – Coordenadora de Cursos de Babá e Recreação
Infantil
Diretora Técnica da UNIRE - Desenvolvimento Humano