Historicamente eram as amas-de-leite, as amas-secas,
preceptoras, até os dia de hoje, as babás
ou baby sitter- profissionais que cuidam de crianças,
que vem ganhando um espaço específico
dentro do mercado de trabalho.
Gradativamente a Babá foi assumindo um lugar
de EDUCADORA, não mais de “cuidadora”. As
exigências foram aumentando à medida
que o perfil da dona-de-casa foi se adequando à modernidade.
Chegamos a um ponto em que as profissionais não
atendem satisfatoriamente a demanda de trabalho,
em virtude da escala de valores que lhe são
exigidas e as sérias questões a respeito
da segurança e prevenção da
violência doméstica.
A discrepância habita, principalmente, no
fato que as profissionais babás pertencem
a classe econômica baixa, consequentemente,
baixa escolaridade e padrões educacionais
que não corresponde ao que os empregadores
solicitam. Os empregadores necessitam de pessoas
qualificadas para repassar seus valores (classe social
média e alta) a seus filhos, de forma polida,
responsável, competente. Enfim, as babás,
para se adequarem à demanda de mercado, necessitam
ser capacitadas para a profissão.
Babá, baby-sitter, educadora, recreadora,
enfim, quem convive com crianças, independente
da escolaridade, deverá ter atributos especiais.
São atitudes e habilidades que às vezes
podem ser adquiridas e cultivadas, através
de estudo, observação, reflexão,
prática e muito boa vontade. Isto dependendo
do interesse, do esforço e da vocação
de cada um.
Profissionais que convivem com crianças todos
os dias, geralmente dias inteiros, para isso é necessário
estarem devidamente preparadas para exercer a função.
Para exercer de maneira eficaz esta profissão é primordial
VOCAÇÃO. A vocação está atrelada
ao histórico de vida.
É indispensável ter paciência,
calma, habilidade, disposição, espírito
criativo. Qualidades como bom humor, prontidão,
iniciativa, responsabilidade.